Painel da sustentabilidade nº 11

DESINFECÇÃO DE ÁGUA PARA POTABILIDADE

Conforme disposto pela Portaria 2914 do Ministério da Saúde todo o sistema de abastecimento de água deve ser provido de pelo menos uma etapa de desinfecção ou cloração e deve contar com um responsável técnico habilitado para tal processo.

Dentre os possíveis processos de desinfecção, podemos citar os mais utilizados em sistemas de tratamento de água público ou para consumo industrial, tais como: Raios Ultravioletra (UV), Ozônio e Cloro. De forma predominante o cloro está presente em quase todas as cidades, visto que o custo para o tratamento com Raios UV e Ozônio são financeiramente desfavoráveis quando comparado com o cloro e não deixa residual para proteger de posterior contaminação em redes.

O Cloro ganhou larga escala de utilização devido a suas características de atividade antimicrobiana, boa solubilidade, alta estabilidade, inocuidade para homens e animais, ausência de combinação com materiais orgânicos estranhos, tem toxicidade para os microrganismos em temperatura ambiente e grande disponibilidade no mercado.

Dentre as formas comercializadas do cloro podemos encontra-lo na forma sólida (pastilhas ou granuladas), hipoclorito de sódio (líquido) ou ainda na forma de dióxido de cloro (cloro gasoso), cada um apresenta suas vantagens e desvantagens e sua utilização deve ser avaliada em cada caso.

O caso do dióxido de cloro deve ser avaliado com bastante cuidado e seu manejo envolve grande atenção da equipe de segurança, pois o vazamento de cloro pode ser fatal aos operários da estação, mas apresenta uma ótima operação quando colocado em prática em estações de grande porte. Geralmente é encontrada em estações de tratamento de água para abastecimento público de capitais e regiões metropolitanas.

Já o hipoclorito de sódio, na forma líquida, é o mais difundindo em todo o país pois por meio de uma bomba dosadora é possível atender uma grande faixa de vazões de água a ser desinfetada, mas apresenta inconvenientes como: baixa estabilidade do cloro; produto corrosivo; manutenção de bombas dosadoras; descarte de embalagens, que é ambientalmente desfavorável.

Ganhou um espaço nos últimos anos o uso do cloro em pastilha (ácido tricloroisocianúrico) que apresenta um alto teor de cloro (cerca de 90% de princípio ativo), uma aplicação rápida e fácil através de um clorador de passagem. Pode atender propriedades rurais ou até indústrias de grande porte pois existe a mobilidade de se instalar pastilhas de 10 a 200g.

O sistema de cloração por pastilha também tem conquistado seu espaço para atendimento de águas públicas onde segundo estudos da Universidade Federal de Viçosa, quando comparado ao processos de hipoclorito de sódio, a formação de compostos cancerígenos (THM -Trihalometanos) são menores. A ordem de grandeza de formação do compostos cancerígenos do processo de desinfecção com cloro líquido (hipoclorito) é 5 vezes maior quando comparado do cloro sólido.

A própria BAYER, em 1999 fez uma pesquisa de campo e apontou que o grau de preferência de operadores de estações de tratamento de água para o cloro sólido é de 69,6% enquanto o cloro líquido apontava uma preferência de 23,9% e 6,5% se declararam indiferentes.

A EMGEMA21 observando esse mercado em franca expansão desenvolveu o SETAP21 – Sistema Emgema21 de tratamento de água para potabilidade – onde instala sem nenhum custo, em regime de comodato para o cliente, o clorador de passagem e abastece o cliente com pastilhas em quantidade suficiente para o tratamento a um preço mensal fixo, gerando economia, comodidade e segurança para todos os envolvidos no processo.

Fornecemos também treinamento e capacitação dos operadores para a segurança na reposição de pastilhas e fixação de adesivo contendo alertas de segurança. Sempre com objetivo de eliminar os riscos de acidentes.

Esta é uma loja de demonstração para fins de teste - As compras realizadas não são válidas. Dispensar